Eu sou aversa a mudanças, não gosto do verbo mudar, das consequências benéficas ou não que daí possam adevir. Não existem decisões que tome na minha vida , mesmo as mais simples, que não sejam questionadas milhentas de vezes.
Esta é uma dessas fases. Atravesso uma etapa positiva, o futuro mesmo que timidamente esboça-me a cada dia um sorriso, mas o verbo “mudar” continua a incomodar-me. Incomoda-me pensar que estou a crescer, a ter a minha indepêndencia, a “abandonar” as pessoas de quem mais gosto, para atravessar uma nova fase de muitas descobertas.