Estava eu à espera que a chuva parasse em frente a um supermercado perto de casa, quando se aproxima um sujeito brasileiro (!!!) de mim.
- "Oi! Ocê já viu a chuva que está caindo?"
- Eu nada
- "A gente fica toda molhada!"
- Eu nada!!!!!!
- "Qui temporáu!!
- Eu nada!!!!!!!!
- Sua casa ainda fica longi?"
- (*suspiro*)...OIÇA LÁ...MAS VOCÊ CONHECE-ME DE ALGUM LADO PARA ESTAR A FALAR COMIGO???????????????
- (Cara de cordeiro brasileiro feio mal morto)
- Abro a sombrinha e sigo o meu caminho...(partiram-se 3 ou 4 varetas mais à frente, mas isso não interessou nada. O que interessou foi sair dali)
30.12.09
21.12.09
10.11.09
13.9.09
o debate
Se dúvidas houvesse, o debate de ontem só provou que Manuela Ferreira Leite não tem o minimo perfil para assumir o cargo. Sócrates estudou a lição, rodeou-se das pessoas mais competentes para o ajudar, como qualquer bom profissional deve fazer. MFL ficou desorientada, sem argumentos, irritada, chegou mesmo a ceder à birra de um "filho" mais novo.
Se mais tempo de debate houvesse, mais o filho pródigo a teria humilhado.
Se mais tempo de debate houvesse, mais o filho pródigo a teria humilhado.
9.9.09
a virgem que se inicia agora...
Pelo selinho oferecido pela Naninha, me inicio (só porque o trabalho não me permite mais conversas!) nesta arte das relações publicas em blogues.
Como o meu trabalho é mais ou menos esse fora daqui, agora não me apetece trabalhar, por isso permitam-me não oferecer selos a ninguém.
Como o meu trabalho é mais ou menos esse fora daqui, agora não me apetece trabalhar, por isso permitam-me não oferecer selos a ninguém.
1.9.09
10.8.09
doces

imagem olhares.com
Aguardava a minha vez de ser atendida numa pastelaria da cidade, que tem uns bolos deliciosos. Cheios de cremes e mais cremes, realmente deliciosos. À minha frente uma rapariga dos seus vinte e poucos anos, metida numas calças que pareciam ser um número abaixo do seu, que segurava impaciente numa mão um molho de chaves e o telemóvel na outra. A rapariga fazia perguntas insistentes ao empregado, pois não sabia qual bolo levar. Até que deixando surpreso o empregado e as pessoas que estavam na fila, ela agradeceu e saiu.
Todos os dias fazemos escolhas. Lembro-me que durante muito tempo eu fazia escolhas sem sequer me dar conta disso. Optava por um caminho em vez de outro para voltar a casa, não escolhia as entrevistas de emprego a que me submetia, não escolhia os amigos que me respeitam, que relações levar adiante e a atitude mais sensata a tomar nas situações quotidianas.
A verdade é que mesmo a pessoa mais calculista não escapa a uma escolha errada. A medida desse errado é claro as consequências dessa escolha. Houve alturas em que pensei que escolher tirava a espontaneidade da vida.
Voltando à rapariga, esta tinha duas hipóteses: ter pedido um bolo de chocolate com recheio de natas e nozes, provavelmente o seu desejo imediato ou parar um segundo e reflectir sobre o mal que este lhe faria a longo prazo.
No primeiro impulso ela pensou que era apenas mais um doce, que não estaria a caminhar para um processo de autodestruição irrevogável, que tal nunca aconteceria com ela, que o mundo não é feito para os disciplinados.
Num atitude sensata, acompanhada de uma fuga, ela pensou que depois de passada a vontade, teria feito a escolha certa.
O que resta é a amarga frustração de não ter comido o bolo de chocolate. Não é uma questão de poder, de engordar, é muito mais do que isso: é sentir. É preciso olharmos atentamente, antes do momento da escolha, é preciso sentir e o sentir vem bem antes do acto de optar.
A rapariga não superou a tentação. Acho que ela conseguiu fugir dela, ainda que momentaneamente. Ele vai continuar obcecada em fazer escolhas que julga serem as correctas, vai continuar a não ver os seus impulsos, ligados a sentimentos mais profundos do que a banalidade de dizer sim ou não a um bolo de chocolate.
Provavelmente um dia coordenará melhor o sentir e pensar e tornar-se-á mais confiante. Entrará na pastelaria, pedirá um bolo com recheio de natas e nozes, conhecendo o prazer e as consequências de saborear uma óptima fatia de bolo.
A rapariga sou eu e é óbvio que eu não estou a falar de doces.
Etiquetas:
aniversário
31.7.09
a salvação..
a minha vida nunca mais foi a mesma desde que tento criar chatbots. Basta criar diálogos giros com as perguntas mais tontas que as alminhas deste mundo possam fazer!.

e vocês o que gostariam de perguntar?

e vocês o que gostariam de perguntar?
29.7.09
B/W

Gosto tanto do mês que aí vem.
Tenho sempre a sensação que trabalho menos. Faço anos, recebo prendas. O país está em festa. Quermesse em qualquer santa terrinha.
Lisboa está mais calma, mais repousante e mais brilhante.
A frescura do Tejo, os 35 graus à sombra, as esplanadas, os petiscos, tudo cheio de cor.
E aqui é tudo a preto e branco.
20.7.09
mal ou bem, é para poucos!
Cinco anos de divagações
Protestos fracos
Muitas dores de cabeça
Destaques no sapo
Semanas nos Tops
Banalidades
Silêncios
Segredos
Gostos
Desgostos
Disfarces de uma mente pouco criadora
5 anos de blog, 5!!!!
Protestos fracos
Muitas dores de cabeça
Destaques no sapo
Semanas nos Tops
Banalidades
Silêncios
Segredos
Gostos
Desgostos
Disfarces de uma mente pouco criadora
5 anos de blog, 5!!!!
14.7.09
ora vamos lá a ajudar a moça!
Como boas pessoas que sois ( que sei que sim!) dizei-me assim algo altamente inspirado sobre:
"A religião é o ópio do povo"
é ou não é? e porquê?
Se forem muito tímidos, o email do lado está disponível.
"A religião é o ópio do povo"
é ou não é? e porquê?
Se forem muito tímidos, o email do lado está disponível.
13.7.09
changes

Cheguei à hora combinada, a mala enorme, roupas básicas, o tempo é outro.
Entrei, recepções brilhantes.
A rotina seguia, a mil. Telefonemas, pedidos urgentes. E nisso, lá estava eu, entre mil pensamentos, a calculadora do tempo, muita fome, a vaguear pelos dicionários técnicos.
Concentrei-me no meu trabalho, e coloquei a minha mente indagadora em stand-by.
Estas mudanças e a ideia de trabalhar tanto, deixam-me praticamente morta.
Terminei o meu dia, perdida no regresso a casa, entre um ou dois telefonemas, acabei por encontrar a rua certa.
Ainda bem que eu acho sempre o caminho de regresso a casa.
8.7.09
entre as técnicas de Marketing
ando eu muito afastadinha daqui, não que não tenha lido alguns posts de alguns blogs nada interessantes ( mas que servem, e na perfeição para quem não tem nada para fazer, ou que está numa de não trabalhar assim muito).
Ele é "Eu sei todas as manhas dos homens", ele é " Os vernizes melhores do mundo e arredores", ele é "ai que a Gisele Bundchen é tão linda", "eu fui aqui, ali, acolá, eu vou ali, passear assim e assado"..Para não falar da gripe.
Ufa! Isto tudo entre muito marketing e comunicação causa-me um certo cansaço. As minhas pernas bem o fazem notar.
Chego aqui para ver a minha bailarina linda e dou de caras com o meu novo seguidor. o 16. É ele. Bolas ganhei o dia.
Vá...menos..vá
Ele é "Eu sei todas as manhas dos homens", ele é " Os vernizes melhores do mundo e arredores", ele é "ai que a Gisele Bundchen é tão linda", "eu fui aqui, ali, acolá, eu vou ali, passear assim e assado"..Para não falar da gripe.
Ufa! Isto tudo entre muito marketing e comunicação causa-me um certo cansaço. As minhas pernas bem o fazem notar.
Chego aqui para ver a minha bailarina linda e dou de caras com o meu novo seguidor. o 16. É ele. Bolas ganhei o dia.
Vá...menos..vá
6.7.09
. . .
Um texto sem hesitação ou retorno, todo pomposo, cheio de citações e não sei mais o quê, provavelmente abordaria a magnífica entrevista de Miguel Sousa Tavares no DN de ontem (opinião sobre Facebooks, Twitters e blogs e blogs assim assim, alguém leu?), dos Contemporâneos (melhor que a Sónia Tavares, só mesmo o Manuel Marques a imitá-la na sua Mula da Cooperativa, ao jeito Gaivota, da Amália) e quiçá até embutir aqui um link do youtube e foge-me tudo da cabeça.
Merda
Merda
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