11.8.08
Happy birthday little princess
Fez ontem 22 anos que nasci lá para os lados do campo, das casas todas caiadas de branco, do ritmo de vida que se quer lento e sossegado. Nasci num domingo de Agosto, numa manhã cheia de sol, por volta das 11 horas da manhã. Passados 22 anos e um dia, tenho a uma alminha irritante que faço questão de limar a cada dia que passa, para que os que assim o desejem e quiserem conhecer, perceberem que afinal não é bem assim.
1.8.08
31.7.08
here
A atracção corta a respiração, tira o apetite, faz-nos sonhar o dia todo, é aquela sensação incomodativa que não chega a chegar a paixão. Aquela que se fica por aí. E é assim que tem que ser porque se não fosse era uma grande chatice. Fazemos de conta que ela não existe e passeamos entre sonhos, mas ela está lá, tira-nos a atitude, agimos como tontos, faz-nos acordar a meio da noite a ouvir vozes que não existem, uma mensagem que não chega e se chega fazemos de conta que não está lá. E um dia sem esperarmos ela desaparece, magia, pensamos que ela não volta nunca mais. Até ao próximo sonho, à próxima noite, whatever. Ela volta! Sempre!
16.7.08
Aversa a mudanças
Eu sou aversa a mudanças, não gosto do verbo mudar, das consequências benéficas ou não que daí possam adevir. Não existem decisões que tome na minha vida , mesmo as mais simples, que não sejam questionadas milhentas de vezes.
Esta é uma dessas fases. Atravesso uma etapa positiva, o futuro mesmo que timidamente esboça-me a cada dia um sorriso, mas o verbo “mudar” continua a incomodar-me. Incomoda-me pensar que estou a crescer, a ter a minha indepêndencia, a “abandonar” as pessoas de quem mais gosto, para atravessar uma nova fase de muitas descobertas.
Esta é uma dessas fases. Atravesso uma etapa positiva, o futuro mesmo que timidamente esboça-me a cada dia um sorriso, mas o verbo “mudar” continua a incomodar-me. Incomoda-me pensar que estou a crescer, a ter a minha indepêndencia, a “abandonar” as pessoas de quem mais gosto, para atravessar uma nova fase de muitas descobertas.
5.7.08
Descobrir o "post"

Este será provavelmente o post mais redundante deste meu blog marcado por centenas de posts.
Há uns dias a esta parte alguém descobriu o post, o gosto que dá postar, escrever nem que seja para o próprio ler. É interessante ver a descoberta que já se fez há alguns anos, noutro alguém que todos os dias tem sempre algo a dizer, sobre o mundo, o país, sobre tudo e nada.
Isto faz-me reflectir sobre a existência desde blog, que mantenho há já 4 anos, sobre os posts diários desenfreados que escrevi e mais recentemente sobre a minha ausência deste espaço.
Há uns dias a esta parte alguém descobriu o post, o gosto que dá postar, escrever nem que seja para o próprio ler. É interessante ver a descoberta que já se fez há alguns anos, noutro alguém que todos os dias tem sempre algo a dizer, sobre o mundo, o país, sobre tudo e nada.
Isto faz-me reflectir sobre a existência desde blog, que mantenho há já 4 anos, sobre os posts diários desenfreados que escrevi e mais recentemente sobre a minha ausência deste espaço.
Prometo que influenciada pelo espírito bloguista que existe por aí, tentarei postar mais , vou mesmo tentar descobrir o post “novamente”.
17.6.08
17.2.08
15.2.08
os corações de cartolina
Reticências...
Hoje enquanto passeava pelas ruas de uma normal cidade em dia de semana, notei porém certas e graves diferenças.
Primeiro que tudo o berreiro ensurdecedor de um pequeno jovem dos seus não mais 8 anos de idade, que lapa pedia um brinquedo à sua mãe, que gritos.
Mais à frente, os saquinhos de compras, de marcas de roupa, de papelarias e afins, sacos muitos sacos, mas o que me marcou foram os corações.
E mais especificamente os corações de cartolina, vermelha.
Hum o que eu gosto e ao mesmo tempo detesto os corações de cartolina vermelha, mas porquê, porquê em todos os locais por onde passei os ditos. Que incómodo hoje!!!!
O namoro até é uma actividade lúdica bastante interessante, mas os corações incomodam-me, a cartolina deveras mal aparada, sentimento urgente de celebrar um dia, que no fundo é como outro qualquer.
Para mim todos os dias são dias dos namorados , casados e dos mais ou menos sem definição.
Hoje enquanto passeava pelas ruas de uma normal cidade em dia de semana, notei porém certas e graves diferenças.
Primeiro que tudo o berreiro ensurdecedor de um pequeno jovem dos seus não mais 8 anos de idade, que lapa pedia um brinquedo à sua mãe, que gritos.
Mais à frente, os saquinhos de compras, de marcas de roupa, de papelarias e afins, sacos muitos sacos, mas o que me marcou foram os corações.
E mais especificamente os corações de cartolina, vermelha.
Hum o que eu gosto e ao mesmo tempo detesto os corações de cartolina vermelha, mas porquê, porquê em todos os locais por onde passei os ditos. Que incómodo hoje!!!!
O namoro até é uma actividade lúdica bastante interessante, mas os corações incomodam-me, a cartolina deveras mal aparada, sentimento urgente de celebrar um dia, que no fundo é como outro qualquer.
Para mim todos os dias são dias dos namorados , casados e dos mais ou menos sem definição.
13.2.08
4.1.08
27.11.07
diferenças
Não aceito a diferença.
Fujo da mudança.
Queixo-me, mas não me mudo.
Sinto-me intolerante..até comigo mesma.
Não tolero o meu feitiozinho.
e Imagine-se tolerar o dos outros com todas as suas características e individualidades. . .
Difícil..
Muito difícil...
Fujo da mudança.
Queixo-me, mas não me mudo.
Sinto-me intolerante..até comigo mesma.
Não tolero o meu feitiozinho.
e Imagine-se tolerar o dos outros com todas as suas características e individualidades. . .
Difícil..
Muito difícil...
26.9.07
Muito Prazer
Eu sou do tempo em que o "Boom dos Blogs" não existia, que tentava achar um formato de layout mais bonito e que o conteúdo dos textos não era estereotipado.
Eu sou do tempo em que não existiam fórmulas para ficar famoso, porque quem escrevia, mostrava apenas um pouco de si e os holofotes brilhavam de outro lado.
Concordo, existem muitas pessoas a escrever absurdamente bem, outros que tem arte entre os dedos. Mas fabricar a "fórmula" certa para os escritos terem sucesso, não acho normal. Pelo menos nos meus inícios não era assim.
Porque escrever é arte, sentimento, exposição e de fabricado, nada pode ter, se tiver perde o sentido.
Agora vou, com meu blog debaixo do braço, ler uma matéria interessante e ver o que os outros têm a dizer, nos blogs ou na vida real, porque o que interessa é isso, o ponto essencial.
Eu sou do tempo em que não existiam fórmulas para ficar famoso, porque quem escrevia, mostrava apenas um pouco de si e os holofotes brilhavam de outro lado.
Concordo, existem muitas pessoas a escrever absurdamente bem, outros que tem arte entre os dedos. Mas fabricar a "fórmula" certa para os escritos terem sucesso, não acho normal. Pelo menos nos meus inícios não era assim.
Porque escrever é arte, sentimento, exposição e de fabricado, nada pode ter, se tiver perde o sentido.
Agora vou, com meu blog debaixo do braço, ler uma matéria interessante e ver o que os outros têm a dizer, nos blogs ou na vida real, porque o que interessa é isso, o ponto essencial.
23.9.07
dias longos
Os dias estão longos...
estou distante, até de mim....O que se altera em mim, são asas molhadas da chuva em noites de tempestades. E eu fervo em pouca agua, paciência que se esgota.
Mas o gosto é bom e nem é amargo. Da janela vejo gotas da chuva que não molham, só embaciam a visão de um dia claro. Talvez sejam lágrimas que caem do céu, de alegria, nem sei. Pode ser que o que altera em mim seja a sombra do orvalho.
Aquece a alma e a tempestade não é tão violenta...E assim o olhar é carinhoso, embalado nas asas de uma brisa, que me envolve.
O café quente que queimava a boca, agora aquece a alma e eu durmo.
Porque o que se altera em mim é apenas uma vontade significante de crescer.
estou distante, até de mim....O que se altera em mim, são asas molhadas da chuva em noites de tempestades. E eu fervo em pouca agua, paciência que se esgota.
Mas o gosto é bom e nem é amargo. Da janela vejo gotas da chuva que não molham, só embaciam a visão de um dia claro. Talvez sejam lágrimas que caem do céu, de alegria, nem sei. Pode ser que o que altera em mim seja a sombra do orvalho.
Aquece a alma e a tempestade não é tão violenta...E assim o olhar é carinhoso, embalado nas asas de uma brisa, que me envolve.
O café quente que queimava a boca, agora aquece a alma e eu durmo.
Porque o que se altera em mim é apenas uma vontade significante de crescer.
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