Eu sou aversa a mudanças, não gosto do verbo mudar, das consequências benéficas ou não que daí possam adevir. Não existem decisões que tome na minha vida , mesmo as mais simples, que não sejam questionadas milhentas de vezes.
Esta é uma dessas fases. Atravesso uma etapa positiva, o futuro mesmo que timidamente esboça-me a cada dia um sorriso, mas o verbo “mudar” continua a incomodar-me. Incomoda-me pensar que estou a crescer, a ter a minha indepêndencia, a “abandonar” as pessoas de quem mais gosto, para atravessar uma nova fase de muitas descobertas.
16.7.08
5.7.08
Descobrir o "post"

Este será provavelmente o post mais redundante deste meu blog marcado por centenas de posts.
Há uns dias a esta parte alguém descobriu o post, o gosto que dá postar, escrever nem que seja para o próprio ler. É interessante ver a descoberta que já se fez há alguns anos, noutro alguém que todos os dias tem sempre algo a dizer, sobre o mundo, o país, sobre tudo e nada.
Isto faz-me reflectir sobre a existência desde blog, que mantenho há já 4 anos, sobre os posts diários desenfreados que escrevi e mais recentemente sobre a minha ausência deste espaço.
Há uns dias a esta parte alguém descobriu o post, o gosto que dá postar, escrever nem que seja para o próprio ler. É interessante ver a descoberta que já se fez há alguns anos, noutro alguém que todos os dias tem sempre algo a dizer, sobre o mundo, o país, sobre tudo e nada.
Isto faz-me reflectir sobre a existência desde blog, que mantenho há já 4 anos, sobre os posts diários desenfreados que escrevi e mais recentemente sobre a minha ausência deste espaço.
Prometo que influenciada pelo espírito bloguista que existe por aí, tentarei postar mais , vou mesmo tentar descobrir o post “novamente”.
17.6.08
17.2.08
15.2.08
os corações de cartolina
Reticências...
Hoje enquanto passeava pelas ruas de uma normal cidade em dia de semana, notei porém certas e graves diferenças.
Primeiro que tudo o berreiro ensurdecedor de um pequeno jovem dos seus não mais 8 anos de idade, que lapa pedia um brinquedo à sua mãe, que gritos.
Mais à frente, os saquinhos de compras, de marcas de roupa, de papelarias e afins, sacos muitos sacos, mas o que me marcou foram os corações.
E mais especificamente os corações de cartolina, vermelha.
Hum o que eu gosto e ao mesmo tempo detesto os corações de cartolina vermelha, mas porquê, porquê em todos os locais por onde passei os ditos. Que incómodo hoje!!!!
O namoro até é uma actividade lúdica bastante interessante, mas os corações incomodam-me, a cartolina deveras mal aparada, sentimento urgente de celebrar um dia, que no fundo é como outro qualquer.
Para mim todos os dias são dias dos namorados , casados e dos mais ou menos sem definição.
Hoje enquanto passeava pelas ruas de uma normal cidade em dia de semana, notei porém certas e graves diferenças.
Primeiro que tudo o berreiro ensurdecedor de um pequeno jovem dos seus não mais 8 anos de idade, que lapa pedia um brinquedo à sua mãe, que gritos.
Mais à frente, os saquinhos de compras, de marcas de roupa, de papelarias e afins, sacos muitos sacos, mas o que me marcou foram os corações.
E mais especificamente os corações de cartolina, vermelha.
Hum o que eu gosto e ao mesmo tempo detesto os corações de cartolina vermelha, mas porquê, porquê em todos os locais por onde passei os ditos. Que incómodo hoje!!!!
O namoro até é uma actividade lúdica bastante interessante, mas os corações incomodam-me, a cartolina deveras mal aparada, sentimento urgente de celebrar um dia, que no fundo é como outro qualquer.
Para mim todos os dias são dias dos namorados , casados e dos mais ou menos sem definição.
13.2.08
4.1.08
27.11.07
diferenças
Não aceito a diferença.
Fujo da mudança.
Queixo-me, mas não me mudo.
Sinto-me intolerante..até comigo mesma.
Não tolero o meu feitiozinho.
e Imagine-se tolerar o dos outros com todas as suas características e individualidades. . .
Difícil..
Muito difícil...
Fujo da mudança.
Queixo-me, mas não me mudo.
Sinto-me intolerante..até comigo mesma.
Não tolero o meu feitiozinho.
e Imagine-se tolerar o dos outros com todas as suas características e individualidades. . .
Difícil..
Muito difícil...
26.9.07
Muito Prazer
Eu sou do tempo em que o "Boom dos Blogs" não existia, que tentava achar um formato de layout mais bonito e que o conteúdo dos textos não era estereotipado.
Eu sou do tempo em que não existiam fórmulas para ficar famoso, porque quem escrevia, mostrava apenas um pouco de si e os holofotes brilhavam de outro lado.
Concordo, existem muitas pessoas a escrever absurdamente bem, outros que tem arte entre os dedos. Mas fabricar a "fórmula" certa para os escritos terem sucesso, não acho normal. Pelo menos nos meus inícios não era assim.
Porque escrever é arte, sentimento, exposição e de fabricado, nada pode ter, se tiver perde o sentido.
Agora vou, com meu blog debaixo do braço, ler uma matéria interessante e ver o que os outros têm a dizer, nos blogs ou na vida real, porque o que interessa é isso, o ponto essencial.
Eu sou do tempo em que não existiam fórmulas para ficar famoso, porque quem escrevia, mostrava apenas um pouco de si e os holofotes brilhavam de outro lado.
Concordo, existem muitas pessoas a escrever absurdamente bem, outros que tem arte entre os dedos. Mas fabricar a "fórmula" certa para os escritos terem sucesso, não acho normal. Pelo menos nos meus inícios não era assim.
Porque escrever é arte, sentimento, exposição e de fabricado, nada pode ter, se tiver perde o sentido.
Agora vou, com meu blog debaixo do braço, ler uma matéria interessante e ver o que os outros têm a dizer, nos blogs ou na vida real, porque o que interessa é isso, o ponto essencial.
23.9.07
dias longos
Os dias estão longos...
estou distante, até de mim....O que se altera em mim, são asas molhadas da chuva em noites de tempestades. E eu fervo em pouca agua, paciência que se esgota.
Mas o gosto é bom e nem é amargo. Da janela vejo gotas da chuva que não molham, só embaciam a visão de um dia claro. Talvez sejam lágrimas que caem do céu, de alegria, nem sei. Pode ser que o que altera em mim seja a sombra do orvalho.
Aquece a alma e a tempestade não é tão violenta...E assim o olhar é carinhoso, embalado nas asas de uma brisa, que me envolve.
O café quente que queimava a boca, agora aquece a alma e eu durmo.
Porque o que se altera em mim é apenas uma vontade significante de crescer.
estou distante, até de mim....O que se altera em mim, são asas molhadas da chuva em noites de tempestades. E eu fervo em pouca agua, paciência que se esgota.
Mas o gosto é bom e nem é amargo. Da janela vejo gotas da chuva que não molham, só embaciam a visão de um dia claro. Talvez sejam lágrimas que caem do céu, de alegria, nem sei. Pode ser que o que altera em mim seja a sombra do orvalho.
Aquece a alma e a tempestade não é tão violenta...E assim o olhar é carinhoso, embalado nas asas de uma brisa, que me envolve.
O café quente que queimava a boca, agora aquece a alma e eu durmo.
Porque o que se altera em mim é apenas uma vontade significante de crescer.
14.9.07
gosto
Gosto de mim.
Gosto de rir das minhas piadas, mesmo quando me rio sozinha.
Gosto de divertir.
Gosto de ser pouco simpática.
Gosto da intimidade que tenho comigo.
E da intimidade que consigo ter com os outros..
Gosto do verão e de praia. Gosto de presentes.
Gosto de ouvir música e gosto de ler.
Gosto de precisar dos outros.
Gosto que precisem de mim.
Gosto de ajudar. Muito
Gosto de barulho. Gosto do som. Gosto de gente.
Gosto de comer.
Gosto do prazer de pensar que não comi.
Gosto de café.
Gosto de pessoas seguras.
Gosto de boas acções.
Gosto de mãos masculinas.
Gosto de rir das minhas piadas, mesmo quando me rio sozinha.
Gosto de divertir.
Gosto de ser pouco simpática.
Gosto da intimidade que tenho comigo.
E da intimidade que consigo ter com os outros..
Gosto do verão e de praia. Gosto de presentes.
Gosto de ouvir música e gosto de ler.
Gosto de precisar dos outros.
Gosto que precisem de mim.
Gosto de ajudar. Muito
Gosto de barulho. Gosto do som. Gosto de gente.
Gosto de comer.
Gosto do prazer de pensar que não comi.
Gosto de café.
Gosto de pessoas seguras.
Gosto de boas acções.
Gosto de mãos masculinas.
9.9.07
mediáticos e afins
não julgo
não opino
não culpo
não compreendo
não aceito
(case study que prova a velha máxima que meio mundo anda a enganar o outro meio mundo)
não opino
não culpo
não compreendo
não aceito
(case study que prova a velha máxima que meio mundo anda a enganar o outro meio mundo)
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