14.9.07

gosto

Gosto de mim.
Gosto de rir das minhas piadas, mesmo quando me rio sozinha.
Gosto de divertir.
Gosto de ser pouco simpática.
Gosto da intimidade que tenho comigo.
E da intimidade que consigo ter com os outros..
Gosto do verão e de praia. Gosto de presentes.
Gosto de ouvir música e gosto de ler.
Gosto de precisar dos outros.
Gosto que precisem de mim.
Gosto de ajudar. Muito
Gosto de barulho. Gosto do som. Gosto de gente.
Gosto de comer.
Gosto do prazer de pensar que não comi.
Gosto de café.
Gosto de pessoas seguras.
Gosto de boas acções.
Gosto de mãos masculinas.

9.9.07

mediáticos e afins

não julgo
não opino
não culpo
não compreendo
não aceito

(case study que prova a velha máxima que meio mundo anda a enganar o outro meio mundo)

asas...

é hora de voar
silêncio
preciso de silêncio
e de todos os ventos
preciso de solidão
de vertigens

estarei disfarçada
mas reconhecer-me-às
porque conheces
o meu hálito
o meu calor
a minha textura

conheces
o bater
das minhas
asas

31.8.07

neverland

Quando o mundo se torna pequeno ou gigante para nós..a terra do nunca é o lugar imaginário perfeito para nos receber...

28.8.07

esquisitices e afins

Mudo demasiadas vezes de template, perco tempo e no final do tempo perdido acabo por inserir o velho template. Este ficará por mais uns tempos, até ao meu próximo vipe...e que esse seja definitivamente o vipe da mudança. Não conheço neste mundo alguém tão esquisito como eu!
Voilá...

27.8.07

..

Depois de me aperceber de diversas realidades e de um cem número de perspectivas, concluo que é bastante cómodo existir a diferença a servir de bode expiatório das nossas falhas...

distraída


sinto-me como se estivesse para lá de B.a.g.d.a.d

26.8.07

desejos


O quarto em desalinho, reflexo de uma noite sem sonhos.
Tenho fome, tenho dito.
E depois o desejo de deixar o número de telefone com alguém que não sei, sequer, o nome.
Desatino de dias e noites estranhos.

Eu juro que pensei que não era para mim aquele tiro certeiro.
E foi como veio (tão fácil). Como o discurso de um adolescente.

23.8.07

pela 2ª vez

saúdo as copias dos deuses...

17.7.07

aqui

Vive-se sem apego. Aproveita-se o momento, aqui e agora. Não se questiona o futuro. Não se sofre por antecipação. Não se criam expectativas. Respira-se. Inspira-se. Fecha-se os olhos. Medita-se. Acredita-se no bem. Fazem-se novos amigos. Dá-se o valor devido. Nem mais, nem menos. Sentem-se as mudanças. Aceita-se. Reflecte-se a vida. Melhoram-se os pensamentos. Cria-se. Valoriza-se. Dança-se com a mente.

(desde já, daqui desejo melhoras para o meu tradicional mau feitio)

13.7.07

Amy


Uma voz brilhante, rouca de tanto cigarro e noitadas, a reavivar os tempos áureos de P.J. Harvey.

11.7.07

Queridos Visitantes

Gostaria que os meus visitantes se identificassem para retribuir os comentários . Também gosto de ler o que escrevem.

Fiquem por cá

Sintam-se bem

6.4.07

Não é visível a olho nu..


Boo, Sulley e Mike

...e acaba por ser uma metáfora de tudo o que fica: no corpo, na alma, na memória, na maneira como mudamos, como as coisas nos transformam.
Mais dos que as marcas que deixamos nos outros e as influências que os outros deixam em nós, que se entranham debaixo da pele e fazem parte de nós, tal e qual a tinta de uma tatuagem, não posso deixar de pensar nessas "pinturas de guerra" que todos fazemos e que não sabemos apagar, na máscara social que construímos ao longo da vida e que também é parte de nós, porque "Eu sou igual a ti e tu és igual a mim".

27.3.07

Citação

"Ver-te dá-me prazer; és todo feito de fibra hipersensível e elegante, assim distante é que melhor contemplo a dura forma que desenham ossos à mansa luz que brilha nos sentidos."
Aracne

14.3.07

O nosso lugar!

Ocupar o nosso lugar no mundo pressupõe um caminho de aprofundamento e auto-conhecimento.
Importa construirmo-nos para além de tudo o que nos condiciona desde o nascimento.
Ter força e determinação para ocupar o lugar que realmente nos pertence no mundo e cumprir a nossa verdadeira natureza, que nem sempre deriva de uma escolha natural e simples ou de uma reflexão puramente racional que nos indique o caminho a seguir.
Competências e capacidades à parte, mais cedo ou mais tarde, acabamos por descobrir que estamos profundamente condicionados pela nossa história e pelo nosso inconsciente, moldados por influências cujo poder e alcance nos escapam completamente, por vezes até muito tarde.
É a nós que compete, mais tarde ou mais cedo, identificarmo-nos e procurar viver de acordo com aquilo que realmente somos.
Se por um lado nada nos é garantido também é verdade que podemos mudar tudo. Ou quase tudo.
É necessário que cada um reconheça o seu lugar no mundo! Por favor! Se faz Favor! O mundo merece.