31.8.07

neverland

Quando o mundo se torna pequeno ou gigante para nós..a terra do nunca é o lugar imaginário perfeito para nos receber...

28.8.07

esquisitices e afins

Mudo demasiadas vezes de template, perco tempo e no final do tempo perdido acabo por inserir o velho template. Este ficará por mais uns tempos, até ao meu próximo vipe...e que esse seja definitivamente o vipe da mudança. Não conheço neste mundo alguém tão esquisito como eu!
Voilá...

27.8.07

..

Depois de me aperceber de diversas realidades e de um cem número de perspectivas, concluo que é bastante cómodo existir a diferença a servir de bode expiatório das nossas falhas...

distraída


sinto-me como se estivesse para lá de B.a.g.d.a.d

26.8.07

desejos


O quarto em desalinho, reflexo de uma noite sem sonhos.
Tenho fome, tenho dito.
E depois o desejo de deixar o número de telefone com alguém que não sei, sequer, o nome.
Desatino de dias e noites estranhos.

Eu juro que pensei que não era para mim aquele tiro certeiro.
E foi como veio (tão fácil). Como o discurso de um adolescente.

23.8.07

pela 2ª vez

saúdo as copias dos deuses...

17.7.07

aqui

Vive-se sem apego. Aproveita-se o momento, aqui e agora. Não se questiona o futuro. Não se sofre por antecipação. Não se criam expectativas. Respira-se. Inspira-se. Fecha-se os olhos. Medita-se. Acredita-se no bem. Fazem-se novos amigos. Dá-se o valor devido. Nem mais, nem menos. Sentem-se as mudanças. Aceita-se. Reflecte-se a vida. Melhoram-se os pensamentos. Cria-se. Valoriza-se. Dança-se com a mente.

(desde já, daqui desejo melhoras para o meu tradicional mau feitio)

13.7.07

Amy


Uma voz brilhante, rouca de tanto cigarro e noitadas, a reavivar os tempos áureos de P.J. Harvey.

11.7.07

Queridos Visitantes

Gostaria que os meus visitantes se identificassem para retribuir os comentários . Também gosto de ler o que escrevem.

Fiquem por cá

Sintam-se bem

6.4.07

Não é visível a olho nu..


Boo, Sulley e Mike

...e acaba por ser uma metáfora de tudo o que fica: no corpo, na alma, na memória, na maneira como mudamos, como as coisas nos transformam.
Mais dos que as marcas que deixamos nos outros e as influências que os outros deixam em nós, que se entranham debaixo da pele e fazem parte de nós, tal e qual a tinta de uma tatuagem, não posso deixar de pensar nessas "pinturas de guerra" que todos fazemos e que não sabemos apagar, na máscara social que construímos ao longo da vida e que também é parte de nós, porque "Eu sou igual a ti e tu és igual a mim".

27.3.07

Citação

"Ver-te dá-me prazer; és todo feito de fibra hipersensível e elegante, assim distante é que melhor contemplo a dura forma que desenham ossos à mansa luz que brilha nos sentidos."
Aracne

14.3.07

O nosso lugar!

Ocupar o nosso lugar no mundo pressupõe um caminho de aprofundamento e auto-conhecimento.
Importa construirmo-nos para além de tudo o que nos condiciona desde o nascimento.
Ter força e determinação para ocupar o lugar que realmente nos pertence no mundo e cumprir a nossa verdadeira natureza, que nem sempre deriva de uma escolha natural e simples ou de uma reflexão puramente racional que nos indique o caminho a seguir.
Competências e capacidades à parte, mais cedo ou mais tarde, acabamos por descobrir que estamos profundamente condicionados pela nossa história e pelo nosso inconsciente, moldados por influências cujo poder e alcance nos escapam completamente, por vezes até muito tarde.
É a nós que compete, mais tarde ou mais cedo, identificarmo-nos e procurar viver de acordo com aquilo que realmente somos.
Se por um lado nada nos é garantido também é verdade que podemos mudar tudo. Ou quase tudo.
É necessário que cada um reconheça o seu lugar no mundo! Por favor! Se faz Favor! O mundo merece.

6.3.07

Pedaço de céu

-"É que hoje parece bastar, um pouco de céu..."
O céu é rico em cores, movimentos, sonhos... um pouco de céu basta, se quiseres podes ter contigo sempre um pedaço de céu... um pedaço de sol.

2.3.07

misérias

Alguém viu por aí um quilo perdido?
Se o virem, podem ficar com ele que eu não o quero, ok?!
A sério!
Vá lá, aceitem! Não tenham vergonha!

28.2.07

Expectativas

As expectativas são a projecção rígida daquilo que queremos que as pessoas, as situações e acontecimentos sejam. São falsas esperanças que baseamos no exterior, das quais depende o nosso bem-estar. Com isto, quero dizer por exemplo que as férias de verão sem sol não são férias! Essas mesmas expectativas tornam-nos ansiosos, visto que queremos que algo aconteça tal e qual como tínhamos previsto, daí causarem frustração.


Quando não há expectativas face aos outros, aos acontecimentos ou às situações damos lugar ao imprevisto, à surpresa, o que permite viver aquele instante da melhor maneira, aproveitando as alterações momentâneas das circunstâncias e até ficar agradavelmente surpreendido. O facto de aceitar os imprevistos e não planear nem criar, demasiadas ou nenhumas expectativas, torna-nos mais abertos para receber as coisas sem estar preso a esquemas mentais internos. O não estar expectante permite ser livre de parâmetros internos e assim atingir um contentamento constante, sem flutuações de estados de humores que dependem ou não da concretização das nossas expectativas.

E quando não há expectativas! Aceitam-se os imprevistos, porque eles acontecem.