Voltei para ficar, não sei bem o que é esse "ficar" só sei que estou aqui, as saudades apertam no peito, vontade de colocar ideias por escrito, encher a folha - tela - branca, um pouco do que existe aqui. Como há 1 anos atrás, quando tudo começou - sim, dia 08 Agosto - não sei bem o que escrevi, como fazer para me expressar e então coloquei tudo na mesa e vi no que ia dar.
O tumulto passou. Tudo corre bem, falta muito a melhorar, mas já estamos quase lá. Saudades dos amigos - isso sempre, uma nova rotina, um novo mundo, uma nova visão, sem muita paciência, o que me atrapalha, com muita exigência, o que me atrapalha ainda mais, sem ponderar quase nada - oh God, help me - conhecendo caminhos novos, dominando o meu génio - ah! e que génio, às vezes, nem eu me aguento. Mas assim é a vida, estou aqui contente por estar em frente do computador, por saber que me estás a ler agora, a matar um pouco a saudade, quem sabe... Pensar que nada aqui fica ao acaso, saber que Tu não és meramente um alguém qualquer e sim alguém que eu respeito, gosto e admiro e sinto isso nitidamente no carinho que vejo em cada comentário, na saudades marcada, na falta sentida, nas palavras ditas e nos sentimentos não dosados. Um beijinho a todos os Tu's que lêem este blog.
8.8.04
5.8.04
Fahrenheit 9/11
O filme que ontem fui ver no cinema "Fahrenheit 9/11", de Michael Moore, é um panfleto político e uma sátira anti-Bush. O momento político - é um filme ferozmente crítico em relação à política do presidente George W. Bush para o Iraque, a poucos meses das eleições americanas.
Mas, afinal, quem é Michael Moore? A julgar pelo aspecto - obeso, camisa aos quadrados, calções e o obrigatório boné de "baseball" -, o mais lógico seria carimbá-lo como o "típico americano". Mas, na realidade, Moore é um artista que veicula através do seu trabalho convicções fortes e uma arreigada consciência política. Aos 50 anos, talvez seja o mais famoso representante de uma corrente americana de esquerda, à margem dos dois partidos - democrata e republicano - dominantes. Com Moore, há sempre um alvo, um malfeitor a abater que poderá mesmo ter a dimensão tentacular de um país inteiro. Assim acontecia em "Bowling for Columbine" , implacável investigação à obsessão americana pelas armas e porventura o momento em que, cortesia do Óscar de melhor documentário e de toda a atenção mediática que lhe foi dedicada, o universo de Moore - corrosivo e mordaz, populista e demagógico - conheceu o reconhecimento internacional.
O Blog de Michael Moore
Horas de lazer , o que é que vou fazer esta tarde?! Jogar à sueca e namorar um bocadinho..E depois colocar a tralha no carro e alaa Sudoeste :-). Mais um ano e eu não falho (apesar de não gostar do cartaz vou apenas pela convivência!). Até logo Zambujeira do Mar
Mas, afinal, quem é Michael Moore? A julgar pelo aspecto - obeso, camisa aos quadrados, calções e o obrigatório boné de "baseball" -, o mais lógico seria carimbá-lo como o "típico americano". Mas, na realidade, Moore é um artista que veicula através do seu trabalho convicções fortes e uma arreigada consciência política. Aos 50 anos, talvez seja o mais famoso representante de uma corrente americana de esquerda, à margem dos dois partidos - democrata e republicano - dominantes. Com Moore, há sempre um alvo, um malfeitor a abater que poderá mesmo ter a dimensão tentacular de um país inteiro. Assim acontecia em "Bowling for Columbine" , implacável investigação à obsessão americana pelas armas e porventura o momento em que, cortesia do Óscar de melhor documentário e de toda a atenção mediática que lhe foi dedicada, o universo de Moore - corrosivo e mordaz, populista e demagógico - conheceu o reconhecimento internacional.
O Blog de Michael Moore
Horas de lazer , o que é que vou fazer esta tarde?! Jogar à sueca e namorar um bocadinho..E depois colocar a tralha no carro e alaa Sudoeste :-). Mais um ano e eu não falho (apesar de não gostar do cartaz vou apenas pela convivência!). Até logo Zambujeira do Mar
2.8.04
O que é que se passa?
Caracteres de Sabedoria
Aquele que busca a verdade, o crescimento, não pode dar ouvidos às desilusões. As dificuldades alimentam-nos, fortalecem-nos, para que possamos lutar a favor de nós mesmos. Os momentos difíceis são necessários para questionarmos o nosso propósito de vida, o que realmente importa para fortalecer o ser e encontrarmos a realização.Fugir dos obstáculos, reclamar, entristecer-se com as decepções que a vida nos impõe é perder a oportunidade de revermos as nossas atitudes, exercitar a conexão com a paz interior, interiorizar da vida os seus ensinamentos para que tempestades futuras não nos possam abalar. Sinto-me presenteada pela oportunidade de lutar, pois apenas a minha determinação poderá trazer o meu crescimento.
Palavras soltas
Hoje estou tão indecisa...Sempre a reclamar da minha vida (por um lado) mas se surge uma possibilidade de mudança, recuo com medo...Tenho a tendência para pensar que vou cometer um erro e aí surge o medo, a insegurança...Não gosto de jogar no escuro. Gosto de ter certeza do chão que piso...Oh vida... Oh céus... eu não era assim!!!
Hoje, remexendo em caixas bem velhas, achei um caderno de 2000 onde escrevi algumas poesias (se é que se podem chamar assim), crónicas e pensamentos. Como eu era triste!
Aquele que busca a verdade, o crescimento, não pode dar ouvidos às desilusões. As dificuldades alimentam-nos, fortalecem-nos, para que possamos lutar a favor de nós mesmos. Os momentos difíceis são necessários para questionarmos o nosso propósito de vida, o que realmente importa para fortalecer o ser e encontrarmos a realização.Fugir dos obstáculos, reclamar, entristecer-se com as decepções que a vida nos impõe é perder a oportunidade de revermos as nossas atitudes, exercitar a conexão com a paz interior, interiorizar da vida os seus ensinamentos para que tempestades futuras não nos possam abalar. Sinto-me presenteada pela oportunidade de lutar, pois apenas a minha determinação poderá trazer o meu crescimento.
Palavras soltas
Hoje estou tão indecisa...Sempre a reclamar da minha vida (por um lado) mas se surge uma possibilidade de mudança, recuo com medo...Tenho a tendência para pensar que vou cometer um erro e aí surge o medo, a insegurança...Não gosto de jogar no escuro. Gosto de ter certeza do chão que piso...Oh vida... Oh céus... eu não era assim!!!
Hoje, remexendo em caixas bem velhas, achei um caderno de 2000 onde escrevi algumas poesias (se é que se podem chamar assim), crónicas e pensamentos. Como eu era triste!
30.7.04
O regresso!!
Recomeço a escrever depois das minhas curtas, mas merecidas férias. A retomada é penosa.
Não sei se isso acontece com os outros, mas a volta das férias costuma dar-me muito trabalho. Começo por mencionar a "pilha" de correspondência a responder que inclui desde deliciosas mensagens de amigos até às "cartas de amor" .
Ligo o meu computador e deparo-me com dezenas de e-mails não respondidos - Dentro eles há amigos, colegas aos quais dispenso a minha atenção.
O telefone toca. Atendo os absolutamente necessários. Os demais têm de ser respondidos depois.
Como vêem as férias também têm os seus problemas. Se, de um lado, elas são um remédio importante para combater o cansaço e o stress, de outro, como todo medicamento o eficaz, têm os seus efeitos colaterais.
O que fazer? Já me sugeriram voltar dois dias antes do término oficial das férias, ou seja, encurtá-las. Não gostei da ideia. Outra sugestão foi a de não contar a ninguém que voltei das férias. Inviável. Como me posso esconder das pessoas? Houve ainda os que propuseram prolongar as férias. Dessa eu gostei e penso que todos apoiariam.
Não sei se isso acontece com os outros, mas a volta das férias costuma dar-me muito trabalho. Começo por mencionar a "pilha" de correspondência a responder que inclui desde deliciosas mensagens de amigos até às "cartas de amor" .
Ligo o meu computador e deparo-me com dezenas de e-mails não respondidos - Dentro eles há amigos, colegas aos quais dispenso a minha atenção.
O telefone toca. Atendo os absolutamente necessários. Os demais têm de ser respondidos depois.
Como vêem as férias também têm os seus problemas. Se, de um lado, elas são um remédio importante para combater o cansaço e o stress, de outro, como todo medicamento o eficaz, têm os seus efeitos colaterais.
O que fazer? Já me sugeriram voltar dois dias antes do término oficial das férias, ou seja, encurtá-las. Não gostei da ideia. Outra sugestão foi a de não contar a ninguém que voltei das férias. Inviável. Como me posso esconder das pessoas? Houve ainda os que propuseram prolongar as férias. Dessa eu gostei e penso que todos apoiariam.
21.7.04
Depois de muito tempo
Velhos fantasmas, novas escolhas. Será este o caminho certo? De que adianta arriscar, sentir insegurança, correr o risco da rejeição, passar por testes de coragem e bravura, se no final não dá certo? Hoje sei, que se for necessário passar por isso valerá "a pena". Enfrentar os meus medos, sentir desejo, paixão, esperança e fé. Sentir-me a caminho do céu e a um passo do inferno, conhecer os meus limites, superar as minhas expectativas ou acordar de uma ilusão. Agora já não importa mais onde vou chegar, desde que eu aprenda a viver intensamente a caminhada. Ainda tenho medo, ainda tenho dúvidas, ainda sinto vontade de desistir, mas se o fizer agora posso perder a oportunidade mais óbvia de crescimento e amadurecimento que apareceu na minha vida.
É bom sonhar...E quanto aos mails que recebi ...Caramba, esta net é fantástica.....uma das melhores invenções do homem. Ontem além das lindas visitas, palavras e textos que recebi de todos, falei com o meu amigo Ricardo ( que não é blogueiro!) mora em Espanha e tem aquela voz e aquele sotaque que eu adoro.
É bom sonhar...E quanto aos mails que recebi ...Caramba, esta net é fantástica.....uma das melhores invenções do homem. Ontem além das lindas visitas, palavras e textos que recebi de todos, falei com o meu amigo Ricardo ( que não é blogueiro!) mora em Espanha e tem aquela voz e aquele sotaque que eu adoro.
20.7.04
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